Clube do Vídeo Game
Eu sou um jogador, sempre fui.

God of War precisou renascer pra voltar a ser GIGANTE!

Venha conferir nossa análise do jogo sem spoilers!

7

Um dos pontos mais importantes pra qualquer um nessa vida, é saber se adaptar às mudanças, se reinventar, pegar o que há de melhor na sociedade para sermos melhores pessoas.

Muito disso, podemos transpor ao mundo dos games e ver que isso também é bem verdade nesse sentido. Quem não se reinventa, revoluciona, acaba morrendo. Vimos exemplos incríveis, como Zelda Breath of the Wild, para muitos o melhor da sua franquia, abandonando sua linearidade sem medo, e conseguindo o prêmio de jogo do ano em 2017.

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God of War não foi diferente. Soube aprender com erros e acertos do passado, buscar inspirações mais modernas nos games pra trazer uma experiência única e incrível para nós, gamers. Meus amigos, eu sou o Rafa e é com muito prazer que venho falar sobre minha experiência com God of War, lançado recentemente pra PS4. Decidi fazer minha análise sem spoilers, apesar de ser isso o que mais tem por aí em outros sites e YouTube, justamente para respeitar a experiência de quem ainda não jogou o game.

Além disso, não pretendo fazer minha análise na estrutura clássica, onde falo sobre história, gráficos e performance. Acho que gráficos e performance desse jogo não precisam de uma discussão. São incríveis.

Pretendo aqui falar sobre a experiência, sobre como God of War conseguiu se reinventar.

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A franquia, que começou a dar sinais de cansaço após o lançamento de Ghost of Sparta pra PSP em 2010, poucos meses após o lançamento de God of War 3 para PS3, enfraqueceu de vez em God of War Ascension. Muitos, inclusive o que vos fala, apesar de ser um ótimo game, já estava de saco cheio da repetição de matança e sexo que era a série God of War. Um gameplay incrível, mas que já estava passando por um momento de estafa.

Sendo assim, após seis anos de hiato na série, a Santa Monica Studios nos presenteia com essa nova versão. Aqui, deixamos para trás muita coisa do passado de God of War, e aprendemos que o jogo pode ficar ainda mais incrível, mesmo sem pulos e cenas picantes.

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A história de God of War claramente busca inspiração em The Last of Us, não pelo conteúdo, mas pela maneira como a jornada entre pai e filho é trilhada e pela sua narrativa, muito bem construída, além de usar uma perspectiva menos em 3a pessoa tradicional e mais em vista acima do ombro, tal e qual o aclamado game da Naughty Dog.

Kratos tem um relacionamento frio e distante no início com seu filho Atreus, e a jornada se inicia após a morte de Faye, sua esposa e mãe do seu filho, onde a dupla busca o topo mais alto da montanha no reino de Midgard para espalhar as cinzas da falecida. E aí, não vou dar spoilers, é que a história se desenvolve. Mas pensem, um Deus de outro reino passando por vários locais de Midgard, acabou chamando a atenção de Odin e seus filhos.

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Conforme a história vai se passando, podemos perceber que Kratos está cada vez mais voltando a ser mais humano, aproximando-se de seu filho e buscando sua redenção pelo seu passado de matanças, e isso é completamente incrível. Tudo isso pra mostrar como a franquia quer se renovar e se distanciar do seu passado. Ele é ruim? Claro que não, mas teve seu espaço e seu momento de auge. Hoje, o diferente precisa brilhar, e brilhou.

As mecânicas de gameplay também mudaram bastante em comparação aos seus antecessores. Enquanto que nos jogos antigos, tínhamos hordas de inimigos os quais atacávamos, 3 ou 4 de uma só vez, fazendo combos de mais de 20 golpes, hoje, vemos um combate mais cadenciado. Sem dúvida continua forte e emocionante, mas ele é um combate mais estratégico, onde você precisa saber também se defender e esquivar dos seus inimigos, principalmente inimigos com level mais alto. Nisso, vemos clara inspiração em The Witcher 3, e principalmente nos jogos da From Software, como por exemplo, Bloodborne.

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E também de Bloodborne, podemos ver inspiração na conexão de lugares no mapa. Basicamente, temos o Templo de Týr, que é um local com uma loja que podemos upar e comprar nossas armas e armaduras, além de talismãs para nossas armas (lembrando muito o sonho do caçador em Bloodborne), além de ser o ponto de partida para todos os templos de Midgard, e as conexões com os outros reinos que exploramos no game. O jogo não é de mundo aberto, mas por ter um local central que interconecta todos os outros locais, traz essa sensação de liberdade, mesmo com a sua linearidade, e na minha opinião é um dos grandes trunfos de Bloodborne.

O jogo, meus amigos, é sim tudo isso que estávamos esperando. É sim tudo isso pra justificar tamanha cobertura de mídia durante seu lançamento e é sim tudo isso pra fazer as pessoas só falarem disso por dias. Afinal, é God of War, uma das maiores franquias da história dos games, se reinventando e trazendo sua melhor versão até hoje.

Por fim, temos que deixar nosso agradecimento à equipe da Playstation Brasil que nos cedeu gentilmente uma cópia do jogo previamente ao lançamento para que essa análise fosse feita. Muito obrigado!

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