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Top 10 Jogos de Escolha: você decide a história

Você gosta de tomar decisões e mudar toda a história de um game? Então essa lista é para você. Confira aqui os melhores jogos de escolha, onde você faz o seu próprio enredo.

Beyond: Two Souls (2013)

Estrelado pelo ator Elliot Page (The Umbrella Academy) e por Willem Dafoe (Homem-Aranha) via captura de movimentos, Beyond: Two Souls conta a história de Jodie, uma jovem com poderes sobrenaturais ligada a uma entidade chamada Aiden. O jogo nos traz vários momentos da vida da personagem –  desde a infância, passando pela adolescência, até a vida adulta -, onde ela vai aprendendo a controlar Aiden e os poderes que ambos compartilham enquanto enfrenta inúmeros problemas. O jogador precisa tomar decisões que influenciam o rumo da história, desde o que dizer nos diálogos até o tipo de roupa usado pela protagonista.

Beyond: Two Souls entrou nessa lista, porque tenho um carinho especial por ele, já que foi um dos primeiros jogos de escolha que joguei e que despertou em mim a paixão por jogos desse tipo, além de me fazer virar fã de Elliot Page.

Until Dawn (2015)

Disponível para PlayStation 4, Until Dawn é um dos meus jogos de escolha favoritos. Nele, dez jovens vão passar o final de semana em uma cabana nas montanhas e, após uma brincadeira de mau gosto, as irmãs gêmeas Hannah e Beth morrem ao cair de um penhasco. Alguns anos depois, os oito sobreviventes voltam ao local da tragédia, mas muitas coisas estranhas começam a acontecer.

No game, você irá jogar com todos os protagonistas, e as suas escolhas moldam não só a história, mas também o relacionamento de cada um deles. Um fato interessante é que, ao final de cada capítulo, há uma consulta com um psicólogo para o jogo entender os medos do jogador e usá-los com mais frequência.

 

Life is Strange (2015 – 2021)

Esse jogo é fantástico e não poderia ficar de fora da lista de melhores jogos de escolha. Desenvolvido pelo estúdio francês Dontnod Entertainment e publicado pela Square Enix, o primeiro Life is Strange consiste em cinco episódios contando a história de Max Caulfield, que descobre que pode voltar no tempo a qualquer momento, tomando decisões que alteram o rumo da história. O game usa como base de sua narrativa, o efeito borboleta, e uma borboleta azul aparece frequentemente, avisando ao jogador que sua escolhas geram consequências que podem ser devastadoras.

Já Life is Strange: Before the Storm, tem Chloe Price, de Life is Strange, como protagonista ao lado de Rachel, a garota que desaparece misteriosamente no começo do primeiro game. Esse jogo tem como objetivo mostrar mais da história e motivações de Chloe.   

Lançado em 2018, em The Awesome Adventures of Captain Spirit, o jogador assume o papel de um menino chamado Chris Eriksen, que tem um alter ego de super-herói chamado Capitão Spirit. O jogo se passa entre Life is Strange 1 e 2 – tanto que as escolhas de Chris influenciam o game posterior, lançado também em 2018. 

Life is Strange 2 tem Sean Diaz como protagonista. Ele é um adolescente mexicano-americano, cujo irmão mais novo, Daniel, de nove anos, tem habilidades telecinéticas. Depois de um incidente trágico, os dois fogem de casa, em direção ao México. Cada etapa da viagem traz novos amigos e desafios. 

Life is Strange: True Colors conta a história de Alex Chen, uma adolescente com a habilidade da Empatia, podendo vivenciar, absorver e manipular as emoções de outras pessoas que aparecem para ela como auras coloridas. Após a morte de seu irmão, Gabe, ela precisa lidar com seus poderes para descobrir a verdade. 

The Wolf Among Us (2013)

The Wolf Among Us é baseado nos quadrinhos Fable, escritos por Bill Willingham e publicados pela Vertigo. É como se fosse um prequel e tem como premissa a ideia de que seres de contos de fada e folclore foram expulsos de sua Terra Natal e agora, são obrigados a viver na sociedade humana, em uma comunidade chamada Cidade das Fábulas que fica no meio de Nova York. Nesse contexto, encontramos o xerife Bigby, o lobo mau, que um dia, fica as voltas com um misterioso assassinato e, juntamente com a Branca de Neve, precisa descobrir o que está por trás dos panos.

O jogo tem no total cinco episódios e cada um conta com 2 horas de duração. São diferentes finais que variam de acordo com as escolhas do jogador.

 

Detroit: Become Human (2018)

Desenvolvido pela Quantic Dream, Detroit: Become Human é um dos jogos de escolha mais famosos que existe. Ele se passa em um futuro onde as máquinas se tornaram mais inteligentes que os humanos, e o jogador assume o papel de três androides, com os quais terá que tomar decisões que influenciam a história do jogo. O destino da humanidade e dos robôs está na suas mãos, jogador.

Heavy Rain (2010)

Heavy Rain ajudou o estilo de jogos de escolha a se popularizar e marcou a Quantic Dream como um dos principais estúdios do gênero. Na história, há um assassino em série a solta, matando pessoas em locais chuvosos e deixando um origami no corpo delas. Ao todo, são quatro personagens controláveis, todos envolvidos no caso, desde um pai em busca do filho sequestrado pelo Assassino do Origami a um policial aposentado e detetive participar. As ações têm consequências, que podem causar até mesmo a morte definitiva de alguns protagonistas.

The Walking Dead (2012-2018)

The Walking Dead é o primero game baseado no universo zumbi de Robert Kirkman. Nele, o jogador a acompanha a história de Lee e Clementine enquanto vaga por um mundo destruído pelo apocalipse zumbi. É preciso tomar muitas decisões importantes, que, muitas vezes, serão a de vida ou morte. A franquia ganhou quatro jogos. O último, The Walking Dead: The Final Season, saiu em 2018.

Undertale

Undertale é um jogo indie maravilhoso e fica até difícil de acreditar que Toby Fox o desenvolveu sozinho. A trama conta a história de um humano que caiu no reino dos monstros e descobre que as duas espécies já conviveram em harmonia no passado. O jogo, com todas as suas questões filosóficas, faz a gente refletir muito antes de tomar uma decisão, mas cabe a nós escolher o que fazer. São diferentes finais e nós somos incentivados pelo desenvolvedor a jogar mais de uma vez para alcançá-los.

The Witcher 3: Wild Hunt

The Witcher 3: Wild Hunt está nessa porque, em seu antecessor (The Witcher 2) já haviam algumas escolhas importantes, mas nesse, elas afetam completamente o final – que pode ser feliz ou trágico. O jogador pode escolher matar ou poupar personagens, escolher o relacionamento amoroso e realizar ou não tarefas. Essa dinâmica agrega muito à experiência, ainda que não seja o foco da franquia.

The Dark Pictures Anthology: House of Ashes (2021)

Por fim, temos The Dark Pictures Anthology: House of Ashes, da Supermassive Games, que conseguiu o posto de um dos melhores jogos de escolha. Cada decisão importa e pode alterar o final do enredo. O próprio jogo induz o jogador a tomar decisões eticamente reprováveis, mesmo que não seja o certo a se fazer.

Ambientado na Guerra do Iraque, em 2003, o game coloca o jogador na pele de cinco protagonistas que, em um templo subterrâneo na Mesopotâmia, precisam encontrar uma forma de sobreviver.

 

 

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Letícia Höfke

Letícia Höfke

Sou jornalista, escritora e completamente apaixonada por tudo que envolve o universo geek - principalmente, o Batman.

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Letícia Höfke

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