É possível que o governo da China peça mudanças ou até exclusão de personagens como Taric, de League of Legends

China não quer conteúdo “afeminado” em jogos

O governo da China notificou empresas como Tencent e NetEase – proprietárias da Riot Games, Epic Games, Supercell e outras – para que removam “tendências prejudiciais” de seus jogos. A lista classificou “afeminação” como prejudicial, ao lado de conteúdo violento e obsceno.

Tal ato do governo chinês pode ser um mal sinal para pessoas LGBTQIA+ presentes no país, que veem seu país desencorajar seu estilo de vida. Mesmo sendo o maior mercado LGBT do mundo, a China não conta com leis para proteção desta minoria, o que faz com que maioria da comunidade viva sem se assumir publicamente.

Cloud, de Final Fantasy 7 Remake, fazendo crossdress
Cenas como a Honey Bee Inn (FF7 Remake) podem passar por censura no país

A China já havia criado uma medida para remover “homens afeminados” da televisão, de acordo com um critério do governo. Mas agora a medida também vale para os games, que vem se tornando cada vez mais restritivos no país.

Semanas atrás, o governo chinês limitou o tempo em jogos online para crianças. A partir disto, menores de 18 anos só podem acessar os games entre às 20h e 21h nos fins de semana e feriados.

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