Treta no eSports: confira algumas polêmicas de pro players (parte 2)

Treta no eSports: confira algumas polêmicas de pro players (parte 2)

Frequentemente, saem notícias aqui no Clube do Videogame de atletas dos esports que estão se envolvendo em polêmicas, seja por causa de racismo, machismo, homofobia ou toxicidade. Separamos uma lista para que você relembre algumas polêmicas de pro players.

Antes de começar, caso queira ver a parte 1 da lista, basta clicar aqui. 

Yuri teve comportamento tóxico

Treta no eSports: confira algumas polêmicas de pro players (parte 2)

Na lista passada, vimos que em julho de 2021, Han “Luci” Chang-hoon, suporte da paiN Gaming, foi punido por violar o item do regulamento da competição que tece sobre toxicidade. A Riot Games afirmou que “o jogador teve um comportamento tóxico e inadequado em alguns de suas partidas no servidor LIVE” e puniu a equipe de esports em R$ 5 mil.

Cha “Yuri” Hee-min também foi acusado de romper a mesma clausura de Luci. De acordo com a Riot Games, o mid laner da Resga teve um comportamento extremamente tóxico em uma partida do servidor LIVE. Yuri teve que pagar uma multa de R$ 5 mil e foi suspenso de jogar uma partida do 2º split do CBLOL.

Gragolandia faz piadas de assédio

Treta no eSports: confira algumas polêmicas de pro players (parte 2)

Em dezembro de 2020, Leonardo “Gragolandia” Brito foi anunciado como jogador da equipe Academy da INTZ, mas logo teve seu nome atrelado a polêmicas por fazer piadas de assédio envolvendo Alanderson “4LaN”, ex-jogador profissional de League of Legends e streamer, que foi acusado de importunação sexual. Além disso, Gragolandia também sofreu punição por participar de transmissões incentivando apostas nos jogos de CBLOL, o que é proibido pela Riot.

Depois de uma passagem de cerca de oito meses, e cinco jogos no CBLOL Academy, Gragolandia foi dispensado pela INTZ.

Mylon faz gesto obsceno para a câmera e também é banido da Twitch

Treta no eSports: confira algumas polêmicas de pro players (parte 2)

No primeiro split do CBLOL de 2016, Mylon foi punido com multa e suspensão da competição por ter feito um gesto obsceno para a câmera.

Na época, a Riot emitiu um comunicado em que afirma que durante a transmissão do CBLoL, é comum ir ao ar uma câmera que mostra a sala de espera dos jogadores. Existem televisores nessa sala para que os jogadores e comissões técnicas possam ver as partidas, portanto eles sabem quando estão sendo mostrados ao vivo. “Em um desses momentos, o jogador Matheus “Mylon” Borges intencionalmente fez um gesto ofensivo para que fosse visto na transmissão. Apesar de apenas o braço do jogador ter aparecido na cena, os oficiais da Temporada 2016 foram prontamente até ele, que reconheceu ter feito o gesto”, informou a empresa.

Em sua defesa, o jogador afirmou que estava em um momento de descontração com os amigos. No Twitter, ele falou que não achou a punição justa: o gesto rendeu uma multa de R$ 2 mil reais e duas semanas de suspensão.

Em novembro de 2020, Mylon também foi banido temporariamente da Twitch. Acontece que a empresa achou que ele havia mostrado imagens de gore e nudez – conteúdos proibidos pela plataforma – intencionalmente durante uma de suas transmissões. Em comunicado, o ex-jogador afirmou que não foi intencional.

“Me encontro indefinidamente suspenso na Twitch por ter assistido a um vídeo do Ednaldo Pereira. Eu sei, parece brincadeira, mas infelizmente não é. É basicamente um clipe de música full meme que parece ser meio humor de paizão. O problema é, o finalzinho do vídeo não tem absolutamente nenhum sentido (literalmente os últimos segundos): DO NADA na tela aparece imagens do Hitler, de ossos humanos, de uma cabeça fake decepada e de crianças desnudas. NÃO são imagens que eu queria ver. NÃO são imagens que eu queria ter mostrado para ninguém e muito menos à minha stream.”, disse.

De todo modo, ele se desculpou com os viewers por terem visto aquelas cenas, mas também pediu que espectadores e a Twitch compreendessem que ele não esperava que aquilo poderia acontecer, dado o contexto do vídeo assistido.

Hastad profere ofensas de cunho racista

Treta no eSports: confira algumas polêmicas de pro players (parte 2)

Hernan “Hastad” Klingler, CEO e streamer da SLICK, proferiu ofensas de cunho racista enquanto jogava Valorant. Na ocasião o streamer proferiu ofensas de cunho racista enquanto jogava Valorant. E não foi a primeira vez de Hastad esteve envolvido em casos de injúria racial.

Hastad foi afastado da sua função como CEO da organização, perdeu parcerias com a ExitLag e Redragon e teve sua conta na Twtich banida.

 

Letícia Höfke
Letícia Höfke

Sou jornalista, escritora e completamente apaixonada por tudo que envolve o universo geek. Twitter e Instagram: @leticiahofke